4. Teologizando

10A palavra “teologia” vem de duas palavras gregas que significam “Deus” e “palavra”. Combinadas, temos a palavra “teologia”, que significa “estudo de Deus”. A palavra “sistemática” se refere a algo que colocamos em um sistema.
Teologia sistemática é, então, a divisão da Teologia em sistemas que explicam suas várias áreas. Por exemplo, muitos livros da Bíblia dão informações sobre os anjos. Nenhum livro sozinho dá todas as informações sobre os anjos. A Teologia Sistemática coleta todas as informações sobre os anjos de todos os livros da Bíblia e as organiza em um sistema: Angelologia. Isto é a Teologia Sistemática: a organização de ensinamentos da Bíblia em sistemas de categorias. 
Teologia Própria é o estudo de Deus o Pai. Cristologia é o estudo de Deus o Filho, o Senhor Jesus Cristo. Pneumatologia é o estudo de Deus o Espírito Santo. Bibliologia é o estudo da Bíblia. Soteriologia é o estudo da salvação. Eclesiologia é o estudo da igreja. Escatologia é o estudo do fim dos tempos. Angelologia é o estudo dos anjos. Demonologia Cristã é o estudo dos demônios sob uma perspectiva cristã. Antropologia Cristã é o estudo da humanidade. Hamartiologia é o estudo do pecado. Continue lendo aqui…

Vergílio é doutorando na Universidade Lateranense de Roma, Itália. Seu enfoque de pesquisa compreende a Doutrina Social da Igreja e os desafios da família frentes aos avanços das novas tecnologias da comunicação. Esse fenômeno cultural e os avanças das novas tecnologias deve levar a Igreja à “conversão” da dinâmica da linguagem em vista da pastoral e cultural, como bem expressou o Documento de Aparecida, para ser capaz de responder adequadamente às exigências do mundo contemporâneo. O Documento de Aparecida, expressa que os meios de comunicação social podem ser empregados para o primeiro anúncio, a catequese ou o posterior aprofundamento da fé, e sinaliza, dentre outros, pontos de ação missionária na área da formação humano qualificada, onde “promover a formação profissional na cultura da comunicação de todos os agentes cristãos; educar na formação crítica quanto ao uso dos meios de comunicação a partir da primeira idade” (AP n°10). Neste mesmo destaca-se um desafio, porque  “são muitos os que se dizem descontentes, não tanto com o conteúdo da doutrina da Igreja, mas com a forma como ela é apresentada. Para isso, na elaboração de nossos planos pastorais queremos favorecer a formação de um laicato capaz de atuar como verdadeiro sujeito eclesial e competente interlocutor entre a Igreja e a sociedade e entre a sociedade e a Igreja” (AP n°10).

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